Macacos Que Somos

Gregarismo, um traço da natureza humana – e a Charlie Hedbo

Prometi falar de natureza humana desde a primeira postagem nesta coluna. Enquanto isso, o mundo dava voltas e uma série de acontecimentos se precipitava, tomando a frente de minhas discussões. E agora sobreveio esse atentado terrível contra a revista francesa. Será, afinal, que tudo isso fala à nossa natureza!? Será que tudo isso fala algo sobre o que de fato somos!?

Falar de natureza humana definitivamente não é uma tarefa fácil. Não bastasse o fato de que esse conceito se encontra no fundo de cada atividade humana e de cada forma de conhecimento, estando presente em inúmeras interpretações das filosofias, religiões, artes e outras tantas formas de visão de mundo, nem mesmo para as modernas ciências naturais, onde recentemente ganhou novos e profundos impulsos, a questão se resolve facilmente. Steve Pinker, dentre os mais proeminentes divulgadores da neurociência na atualidade, escreveu um livro eloquentíssimo (Tábula Rasa) acerca da negação contemporânea da natureza humana sem, no entanto, chegar a uma elaboração sucinta e suficientemente inequívoca acerca dessa natureza (o máximo que pode fazer foi chegar a uma descrição útil, porém abstrata). Edward O. Wilson, outro grande nome das ciências modernas, considerado o “Pai da Sociobiologia” e autor de obra com o título Da Natureza Humana, estremeceu recentemente as bases de sua já controversa disciplina com o lançamento há um par de anos de outra instigante leitura, A Conquista Social da Terra.

Acontece que, embora cada vez mais consistente e significativo, definir e trabalhar com a natureza humana é um desafio muito recente. Mesmo quando questiona ou contradiz profundamente alguns aspectos de suas leituras não científicas, as modernas ciências carecem de explorar seu âmbito discursivo ao invés de simplesmente rechaçá-lo – mesmo porque essas correntes e tradições possuem uma historicidade que não é desprezível, e por isso mesmo em muitas dimensões provêm limites necessários e preciosos àquilo que, de outra forma, pode ser erroneamente naturalizado. Em outras palavras: não levar em conta as dimensões históricas e sociais do fenômeno humano, mesmo com suas limitações flagrantes, seria condenar-se às próprias limitações. Para o nascente estudo, medir-se por esse espelho ético é, mais do que oportuno, algo imperativo! Não se pode deitar a perder muito conhecimento que já foi desenvolvido sobre esse tema; tanto quanto não se pode absorvê-lo integralmente, sem crítica.

É por isso exatamente que à medida em que deixava de falar teoricamente da natureza humana e publicava comentários às notícias que faziam o mundo palpitar (direitos humanos, a reeleição de Tiririca e intolerância como uma droga), seguia-se a um breve e cada vez menor senso de inadequação um insight crescente: eu também estava falando de natureza humana! Não da forma como havia inicialmente planejado, com o mínimo de apropriação teórica do que tão competente e apaixonadamente me transmitiram esses supracitados e alguns outros autores… mas que prejuízo seria eu insistir nessa perspectiva tão… “pura”! Afinal, por quê desejamos o entendimento e o conhecimento da natureza humana, senão para compreender mais, ressiginificar e atuar no mundo que compartilhamos com outros seres humanos!? Não só eu teria tolhido o que talvez seja minha maior referência, formado em ciências humanas que sou, como talvez reforçasse a ideia falaciosa de uma “natureza humana” cristalina, “asséptica”, como se o rigor racional fosse método suficiente para garantir o que há de melhor no que é nossa natureza. Era muito fácil, por preciosismo, cair nessa armadilha; eu já estava nesse curso – e nada seria mais precipitado, artificial e falacioso do que isso! Foi bom me permitir, mesmo contrariado, um pouco de “contágio” das informações noticiosas e a paciência que pedi no texto de estreia, peço que tenha em tentar perceber isso, caso não concorde.

Enquanto tratava das notícias nas primeiras postagens dessa coluna, perpassavam ali muitas questões pertinentes à ideia de natureza humana, mesmo sob uma leitura que parta de (mas não se restrinja às) ciências naturais modernas. Tenho percebido um padrão que me permite retratá-las sob diversos aspectos (como os diversos usos da linguagem, a dinâmica socioeconômica e a predisposição à crença antes da reflexão – temas que pretendo explorar mais adiante!); sendo um que me chamou maior atenção o fato de que cada um daqueles casos subjaz à inclinação humana para o gregarismo, o traço de muitas espécies animais de se organizarem em grupos. Esse era justamente o caso das espécies primatas antes mesmo de nossos ancestrais separarem-se dos ancestrais de bonobos, chimpanzés e gorilas modernos, entre 6 e 7 milhões de anos atrás, e que persistiriam naquelas que conformariam as espécies humanas. Durante quase todo esse período, à exceção dos últimos 11 mil anos, os primatas de nossa linhagem viveram em clãs mais ou menos coesos que variaram predominantemente entre 30 e pouco mais de 100 membros, a maior parte das vezes subdivididos em pequenos bandos de não mais que duas dúzias de convivas habituais. Isso é fortemente condizente com a dimensão média das comunidades mais coesas (tribos, aldeias, vilas, distritos, pequenos bairros) em todo o mundo ao longo da história, ainda que a linhagem humana fosse expandido progressivamente esses círculos, à medida em que os recursos básicos como alimentação se tornavam mais acessíveis e as atividades socioeconômicas se desenvolviam, propiciando e criando novas necessidades que exigiam a organização (muitas vezes conflituosa) de grupos com mais pessoas.

Sabemos que no ápice dessa expansão quantitativa, nossa realidade social de hoje, composição, distribuição e convívio de indivíduos em grupos de sociedades cada vez mais urbanas é bastante singular, aparentemente quase contradizendo esse aspecto restritivo da nossa natureza, uma vez que mantemos contato com um número cada vez maior de pessoas a ponto de muitos terem centenas ou até milhares de amigos relacionados em seus perfis de redes sociais. Mas acreditar demais nisso é uma tremenda ilusão: não seria por acaso que mesmo hoje observemos um limite claro, que ficou conhecido como “o número de Dunbar“, corroborado e desdobrado por estudos do antropólogo evolucionário Robin Dunbar e outros subsequentes: a ideia de que só temos condições de manter amizade constante e efetiva (diferentemente de um simples contato) com até 150 pessoas por vez (estimativa mais aceita, com índice de confiança a 95% entre 100 e 230 indivíduos). Há ainda outros estudos que traçam os círculos de amigos mais íntimos entre seis e doze membros – variando para pouco mais quando se inclui aí parentes nucleares. E tudo isso associado, ainda, à construção dos códigos de moralidade que regiam, mais do que as convenções em papel, a prática social entre indivíduos. Isso tudo significa dizer que por natureza tendemos ainda a restringir muito de nossa percepção empática imediata a uma quantidade diminuta de pessoas, sendo necessário fazer um esforço significativo para não atirar as demais na vala comum da desumanização. Dá para divisar aí como isso se aplica diretamente aos temas que discutimos em nossas postagens anteriores!?

Os Direitos Humanos, assunto de nossa primeira postagem após a estreia, têm sido acusados de “proteger bandidos”; “Direitos Humanos para humanos direitos“, alguns falam, enquanto outros advogam pela legalidade do “poder de policiamento comunitário” a ser exercido pelo cidadão comum, ou “de bem”. É claro que o gregarismo age aí no sentido de delimitar quem é “de bem” e quem é “bandido”: este é um oportunista que age à revelia do bem dos outros, que é um coletivo composto por “pessoas de bem” – geralmente pessoas que conhecemos. Por isso, para os opositores e críticos ferrenhos aos Direitos Humanos, é lugar comum defender (conscientemente ou não) que o bandido deva pagar “de acordo com o senso coletivo de vingança”, e não pela convenção abstrata, intelectualizada (e, portanto, de origem “elitista”, ou seja: vinda de outro grupo!) que são esses “Direitos Humanos”… veja-se como tal prognóstico entra muito na cota dos conflitos e desafios de agrupar em megacidades milhares e milhões de indivíduos “projetados” para viver em grupos de 150 a, no máximo, 230 convivas… nisso e na codificação histórico-cultural que, com essa condição gregária irreversível, foi gerando um conjunto de situações e episódios históricos cujos relatos se acumularam no meio social e cultural como uma “jurisprudência informal”. Faz sentido que muitos dos engajados nesse tipo de discurso estejam a um só tempo envolvidos direta ou indiretamente em convívio coletivo marcadamente gregário e muitas vezes arrivista (comunidades muito carentes, congregações religiosas, entidades militares ou policiais, intelectuais de direita etc) e bebendo das referências e valores historicamente consolidados desses meios para recrudescer seu argumento…

Essa análise não muda essencialmente quando se fala da reeleição do Tiririca ou da intolerância religiosa no Brasil de hoje; ao contrário, ganha outros aspectos e mais substância na mesma linha: ou não será o gregarismo aquilo que habilita pessoas bastante articuladas a abdicarem de desenvolver um argumento convincente e se conformarem em tentar persuadir seus semelhantes com um “Putz, mas é o Ti-ri-ri-ca!”? Não será por isso mesmo que, à mesma moda visceral e inconsequente dos apresentadores de “telessangue”, os líderes religiosos midiáticos que grassam no país hoje apelem para o pânico generalizado e o senso de proteção às tradições, à ordem e à coesão sociais (“proteger a família”, “defender a cristandade”, “livrar o país disso ou daquilo”)? Não é renunciando à realidade social que iríamos mesmo nos acercar melhor da natureza humana – é se embrenhando nela e reconhecendo seus códigos, tanto quanto nossas ainda tão evidentes limitações! É na articulação dessas múltiplas dimensões entre ciências naturais e humanas (munidas ainda bastante de filosofia, como também com elementos das artes e até das religiões e do senso comum), que podemos encontrar um caminho mais interessante para entender e lidar com tudo isso – não sem suas atribulações, claro… mas, com o perdão da vulgaridade do jogo de palavras (pois a pergunta vai além do óbvio imediato): de que outra forma mais pertinente poderíamos compor um conceito tão poderoso como esse, de “natureza humana”?!

MQS 5 - Imagem de Capa

E o caso da Charlie Hedbo? Não vou chover no molhado e dizer, dias depois do acontecido, o que já se disse e discutiu por aí de maneiras muito mais profundas do que poderia fazer. Tenho minha opinião pessoal sobre o caso, mas mais forte do que ela é a certeza de que a pressa opiniosa cria distorções perigosas em nossa forma de lidar com essas coisas. Sequer preciso fazer o paralelo evidente dos extremistas que se envolveram nesse atentado com o gregarismo cristão pelas terras brasileiras, cujas diferenças residem basicamente no fato de que o ultrassectarismo islâmico é uma modalidade muito mais grave e repudiável do que se restringe a gregarismo simbólico aqui, por força das conquistas históricas seculares do Ocidente que subscreveram os extremismos religiosos quase exclusivamente a essa esfera. Esse tema seria extenso demais para desdobrar aqui; o que pretendo mesmo é salientar como, mais uma vez, o gregarismo (assim como sua variante extrema, o sectarismo) interferiu no desfecho e consecução dessa lamentável tragédia – mas do lado dos produtores da revista e de seus críticos, não dos terroristas.

Devo admitir quer venho acompanhando com reserva o discurso de muitos críticos à Charlie Hedbo, que parecem um tanto quanto oportunistas num momento inoportuno. É claro que não devemos santificar ou martirizar os produtores chacinados, esquecendo seus eventuais erros e falhas graves anteriores. Não devemos isolar a revista de qualquer crítica simplesmente porque a dor do momento nos faz condescender à memória dos mortos. Mas às vezes esse discurso de contestação se torna não apenas perigosamente indistinto daquilo que os terroristas desejavam, que era combalir nossa cara e delicada concepção muito ocidental de “liberdade de expressão”, mas, também indistinguível da omissão de desconsiderar a desumanidade do ato de matar por tergiversar nossa atenção de questões fundamentais acerca do valor da vida em direção ao que só pode ser uma escalada de discursos moralistas. Por isso alguns dizem: “ora, mas também eles fizeram isso!”, como se matar fosse um contrapeso razoável a ofender; “agora vão pensar duas, três vezes antes de mexer com a religião alheia”, como se não tivessem pensado e reincidido várias vezes; “com religião não se brinca”, como se a religião não “brincasse”, muitas vezes, com a vida das pessoas… há, obviamente, argumentos, posturas e colocações muito mais maduras do que isso e que criticam com vigor a posição do semanário francês. Eu mesmo não sou muito adepto do tipo de humor por eles veiculado; je ne suis pas Charlie Hedbo. Mas e daí!? Eu sou pela Charlie Hedbo!

Sou pela liberdade de expressão! Se esse princípio, entretanto, parece ao leitor fácil, livre de contradições e desafios, sem chance de erros, me desculpe, mas tal seria uma análise imatura e precipitada. Não, entender a liberdade de expressão como algo “naturalmente bom, pois é uma forma de liberdade” é o que traria inequivocamente o germe do engano, com requintes da falácia naturalista que já denunciei! Quem acompanha O Mundo Paralelo de Neander deve lembrar que há poucas semanas comparei essa concepção à liberdade para a inconsequência, com a qual muitas vezes as pessoas a confundem! E deve supor, com acerto, que não reclamo da “ditadura do politicamente correto”, por exemplo; prefiro reconhecer minhas limitações quando não corroboro a pertinência integral desses posicionamentos. Percebam que tudo se se insere na dimensão, ainda, da expressão, com preservação (sem sequer haver contestação) da vida e da diversidade de perspectivas!

Eu não preciso “ser Charlie Hedbo” para defender a liberdade da revista de existir, assim como não é preciso ser islâmico para perceber que nem todo muçulmano é ou deveria ser tratado como terrorista (uma das associações contemporâneas mais injustas e estúpidas que nossa “avançada e racional” civilização pôde perpetrar). E se por um lado a natureza humana não é de todo boa, não é tampouco de todo má: e gregarismo e moralidade podem, sim, servir como referências e instrumentos para a construção de algo melhor: ora, eu só preciso reconhecer como parte admissível de meu grupo de convívio os pais e mães, filhos e filhas que trabalhavam na revista ou que estavam por fatalidade diretamente envolvidos naquele instante, como o policial muçulmano executado na ação; gente belicamente empoderada e disposta a matar e espalhar pânico em nome de uma ideia ou crença, não. Então estamos falando de chargistas e terroristas, não de ocidentais e islâmicos. Se admito que uma charge pode ser feita e veiculada assim como repudiada, criticada, revista, retratada, compensada (ainda que com falhas), posso até cometer uma injustiça, mas que não é irreversível; se, entretanto, admito isso de uma chacina, do abuso moral e psíquico de populações inteiras e da execução sumária de pessoas, como se fosse algo quase irrelevante, como se pudêssemos equiparar as ofensas às violências, não sei mais qual o critério de humanidade pelo qual lutaríamos.

É de nossa capacidade de sentir empatia e confiança que podemos engendrar um mundo mais solidário e humanista; é de nossa moralidade falha e sem garantias que podemos formular dimensões éticas consistentes, por mais inseguros que sejamos enquanto pessoas. A discussão é longa e as reflexões tendem a ser ainda mais; há muito o que aprendermos e muito pelo que nos envolvermos na luta por um mundo islâmico livre – tanto das amarras teológicas fundamentalistas quanto dos nós econômicos ocidentais. O que não se pode fazer é sacrificar o senso da natureza humana como o resultado flexível e não unívoco entre historicidade e organicidade: se é verdade que por condicionantes sociais e econômicas profundas o Ocidente perpetra parte da opressão aos povos de fé islâmica, não se pode ignorar a gravidade da reação intempestiva e mortal como se fosse “uma coisa natural e, portanto, irrefreável”. Preferir ressaltar os erros da Charlie Hedbo justo nesse momento ao invés de condenar e contestar aquele ato de covardia parece, paradoxalmente, uma negação da profunda dimensão histórica em que as bases mais apreciáveis da civilização ocidental se construíram apesar de suas inúmeras (mas, comparando ao terrorismo, substancialmente menos graves) falhas. Por mais difícil que seja caminhar nesse campo minado, não levar em consideração a delicadeza da questão e assumir tão unilateralmente qualquer lado é aderir à face mais desastrosa do gregarismo e, tanto pior quando carregado de moralismo.

Tais revisão e defesa públicas da linha editorial da revista têm seu papel e, creio, é, a certo tempo, mais do que desejável; mas não podem se converter no passo temerário que parece se insinuar em direção ao sacrifício da democracia – “a pior de todas as formas de governo, exceto por todas as outras que têm sido tentadas” (Winston Churchill).

***

Para finalizar, não poderia deixar de indicar aqui ao menos algumas referências.

Além das duas obras de divulgação científica magníficas já citadas (Tábula Rasa, de Steven Pinker, e A Conquista Social da Terra, de Edward O. Wilson), ressalto aqui a narração cativante de Jared Diamond em seu Armas, Germes e Aço, um dos melhores livros que já li. A partir de seus escritos, podemos compreender como seria oportuno às ciências humanas também se apropriarem de conhecimentos das ciências naturais (há que ser uma via de mão dupla!) para um entendimento mais consistente da natureza humana. O autor exibe vários argumentos extraordinários que explicam satisfatoriamente quase todas as diferenças de patamar civilizatório e técnico entre diversas sociedades contemporâneas (o que definiu os destinos diversos de incas e espanhóis, por exemplo), mas com a competência de nenhuma dessas linhas de raciocínio incorrerem em sentido etnocêntrico ou neurobiológico. Trata-se de uma verdadeira aula de convergência epistemológica, executada de maneira simples, mas prolífica e poderosa!

Outra indicação que não poderia deixar de lado seria a do canal no Youtube TVC Channel News. Lá, Thales Vianna Coutinho (psicólogo, professor, autor, e-coach e vlogger) consegue demonstrar com muita maestria o que, de outra forma, facilmente se converteria apenas em neuropsicologia descritiva enfadonha. É o tipo de trabalho valioso que ainda muito poucos fazem na internet hoje, mas que, quando encontramos, causam profundo entusiasmo pela quantidade de conteúdo de qualidade que traz. O canal de Thales é uma fonte de perspectivas muito pertinentes e bastante elucidativas acerca do que somos, denotando pontos de vista dos quais meus esforços nesse assunto são tributários e, com sorte, complementares. Há que se ressaltar, enfim, que o exercício de correlacionar as descobertas neurocientíficas mais recentes ao nosso cotidiano diário (à forma de outros valorosos divulgadores, como o próprio Steven Pinker e Suzana Herculano-Houzel) é um dos talentos flagrantes de Thales. Vale à pena passar lá (https://www.youtube.com/channel/UCawDxj35a3ZHVc-eq-iqBag) e se inscrever no canal!

Este texto, como os das demais colunas opinativas do portal, é de responsabilidade do autor e não reflete necessariamente o ponto de vista dos demais colunistas ou do papodeprimata.com.br.


Sávio Mota

Sávio Mota

Cearense de cabeça pontuda, dizem que é jornalista e rebento da tal geração Y. Cético desde sempre e corinthiano desde que é gente, gosta de ciências e futebol, cinema e documentários de tevê - além de ser apaixonado por História e por Evolução. É CODA. Tem um pequeno canal no Youtube, "O Mundo Paralelo de Neander". Wanna be a scientist. Normal não é.

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